O horário de Verão é péssimo para birdwatchers.
Quando acordamos as 07 já são 07 e para as aves não tem horário de verão…
O horário de Verão é péssimo para birdwatchers.
Quando acordamos as 07 já são 07 e para as aves não tem horário de verão…
O governo federal estuda criar uma tropa com pelo menos cem integrantes
para combater especificamente crimes ambientais. Os membros do grupo
devem fazer parte do Batalhão Especial de Pronto Emprego (Bepe), um
novo setor da Força Nacional criado nesta semana com o objetivo de
atender a situações de crise a pedido dos Estados.
O objetivo é formar militares para atuar na prevenção e combate a
crimes ambientais. “Atuaremos para que entre cem e 150 homens do Bepe
sejam formados especificamente em repressão qualificada e prevenção de
crimes ambientais. Dentro do Bepe teremos uma subunidade altamente
especializada nestes crimes e disposta a uma convocação para atuação
imediata”, afirma o secretário nacional de Segurança Pública do
Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri.
O Ministério da Justiça deve investir R$ 27 milhões, vindos do
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, na compra de
equipamentos para o Bepe.
No total, o Bepe deve ter 550 policiais. Pela proposta, cada Estado
deve ceder 50 policiais durante um ano para receberem treinamento
especial. Após esse período, os profissionais retornarão aos locais de
origem com todo o equipamento utilizado durante a capacitação, como
viaturas, armas letais e não-letais, coletes e capacetes balísticos.
O objetivo é ter esses profissionais para responderem a situações de crise a pedido dos Estados
Os treinamentos para a primeira turma devem começar em meados de
agosto, em um quartel no entorno do Distrito Federal, ainda não
definido. O ministério cogita usar a sede do 10º Batalhão de Polícia
Militar de Goiás, em Luziânia.
Noticiado na Folha mais um daqueles casos em que animais são apreendidos em condições terríveis, sendo transportados para venda em comércio ilegal. Os animais estavam em sob o tampo das portas e das laterais do carro, dentro de
pequenas caixas.Eram pintassilgos, canários-da-terra, azulinos e bicos-de-veludo. Todas foram
encaminhadas ao Ibama de Iguape (litoral de São Paulo).
Logo abaixo da notícia uma publicidade.
Livro
traz informações para cuidar de seu pássaro de forma correta
Ótimo. Primeiro se noticia a “desgraça” e depois tenta-se lucrar vendendo livro sobre como criar animais em cativeiro. Os mesmo que comprariam as aves traficadas comprariam o livro da Publifolha. Só para constar, a forma correta de se cuidar de uma ave é deixando-a LIVRE.
Não quero o teu alpiste!
Gosto mais do alimento que procuro na mata livre
em que a voar me viste.
Tenho água fresca num recanto escuro.
Da selva em que nasci; da mata entre os verdores,
tenho frutos e flores, sem precisar de ti!
Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi…
Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido.
Entre os galhos das árvores amigas…
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas?
Quero saudar as pompas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas!
Por que me prendes? Solta-me, covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade!
Não me roubes a minha liberdade…
QUERO VOAR! VOAR!”
Olavo Bilac
Demonstre seu repúdio contra a Consulta Pública que definirá espécies da fauna como animais de estimação.
Estou compilando uma lista de aves que já avistei e eventualmente fotografei na Moóca, bairro de São Paulo.
Existem outros que ouvi, ví de passagem, mas ainda não confirmei, quando atualizar, coloco a data abaixo.
Última atualização 27/03/2008
| Chaetura meridionalis | Andorinhão-do-temporal |
| Pygochelidon cyanoleuca | Andorinha-pequena-de-casa |
| Eupetomena macroura | Beija-flor-tesoura, Tesourão |
| Pitangus sulphuratus | Bem-te-vi |
| Estrilda astrild | Bico-de-lacre |
| Coereba flaveola | Cambacica, Caga-sebo, Sebinho |
| Caracara plancus | Caracará |
| Troglodytes musculus | Corruira, Cambaxirra |
| Todirostrum cinereum | Ferreirinho-relógio |
| Rupornis magnirostris | Gavião-carijó |
| Hirundinea ferruginea | Gibão-de-couro |
| Gnorimopsar chopi | Grauna, Pássaro-preto |
| Furnarius rufus | João-de-barro |
| Diopsittaca nobilis | Maracanã-pequena, Maracanã-nobre |
| Passer domesticus | Pardal |
| Aratinga aurea | Periquito-rei, Jandaia-estrela |
| Brotogeris tirica | Periquito-rico |
| Cyclarhis gujanensis | Pitiguari, Apara-bala |
| Columba livia | pombo-doméstico |
| Vanellus chilensis | Quero-quero |
| Columbina passerina | Rolinha-cinzenta |
| Columbina talpacoti | Rolinha-roxa, Rolinha-caldo-de-feijão |
| Mimus saturninus | Sabiá-do-campo |
| Turdus rufiventris | Sabiá-laranjeira |
| Thraupis sayaca | Sanhaçu-cinzento |
| Thraupis palmarum | Sanhaçu-do-coqueiro |
| Tyrannus melancholicus | Suiriri |
| Zonotrichia capensis | Tico-tico |
| Coragyps atratus | Urubu-de-cabeça-preta |
| Molothrus bonariensis | Vira-bosta , Chopim |
As filmadoras digitais se tornaram mais acessíveis, especialmente as de mini-dv, e com elas a possibilidade de fotos (ruins) mas com bons zoom ópticos, imprescindíveis para fotos de aves, também se tornaram populares. Portando apenas um guia de aves, um binóculos paraguaio e uma filmadora mini-dv com um cartãozinho de 125 megas, saí para realizar uma passarinhada.
Foi legal porque mesmo com a pouca qualidade das fotos fiz registros interessantes e isso prova, que qualquer um pode se surpreender ao fazer um pequeno passeio com este objetivo. Comece com animais de fácil identificação como os tico-ticos, joão de barro, sabiás e bem-te-vis e depois os mais difíceis, procure em um guia.
Encontrará grandes surpresas, vejam meus exemplos. Album completo aqui.
| Maria cavaleira Foto Eric Gallardo |
| Sovi Foto Eric Gallardo |
| Pica Pau de Coleira Foto Eric Gallardo |
| Canário da Terra Foto Eric Gallardo |
| Coleirinho Foto Eric Gallardo |
Outros espetáculos
| Serelepe Foto Eric Gallardo |
| Flores Foto Eric Gallardo |
| Aranhas Foto Eric Gallardo |
| Lontra Foto Eric Gallardo |
Ok, isso é bem simples, mas por incrível que pareça, nas estatísticas deste blog duas referências do google remetiam à esta questão. Este é um blog para iniciantes e para o incentivo à prática de observação de aves, então, vamos lá:
Brotogeris tirica é o Periquito comum, verde ou rico
Ele é todo verde e possui uma área levemente azulada na ponta das asas, essa característica pode não ser visível em determinadas fases do animal, mas em guias ilustrados sempre está bem acentuada o que por muitas vezes pode confundir. Extremamente abundantes na cidade de são paulo voam em bandos enormes nos bairros mais arborizados. Na verdade eles são tão fáceis de observar que eu nem tenho uma boa foto deles
Brotogeris chiriri é o periquito de asa amarela. Também há na cidade de São Paulo, porém, em menos abundância, constantemente voa junto com os Brotogeris tirica. No interior são mais comuns. Ele é extremamente parecido com o anterior, mas o detalhe da asa amarela é bem visível e torna a fácil diferenciação.
| Título: | NATUREZA RADICAL | |||
| Editora: | EDIOURO | |||
| Assunto | BIOLOGIA |
|
||
| ISBN: | 9788500019920 | Ano Public.: | N/I | |
| Edição: | 1 | Volume: | 0 | |
| Coleção: | N/I | Páginas: | 136 | |
| Acabamento: | Brochura | Local Pub.: | RIO DE JANEIRO | |
| Status: | Esgotado | Preço: | R$ R$ 49,90 | |
Divertido livro que parece ser inspirado na série televisava do Animal Planet, Ao Extremo. Nele encontramos recordes de muitos animais e as mais divertidas constatações do mundo natural. Nele você encontra recordes dos nossos amigos alados, como exemplo, o Cisne Pequeno que é a ave com maior número de penas, 25.215 e a Coruja Buraqueira que faz o uso mais criativo de estrume (!).
Leitura fácil e agradável, serve para entreter crianças e adultos despertando interesse para o mundo animal em qualquer um que se disponha a folheá-lo durante alguns minutos.
Recomendo.
É comum habitantes paulistas e paulistanos atribuírem o nome Maritaca para qualquer psitacídeo que voe sobre nossos telhados.
Por curiosidade fui olhar a lista de nomes populares do CEO e achei apenas uma ocorrência “tui-maritaca – Pionopsitta pileata” e que não é exatamente “Maritaca”.
Perguntei aos amigos de trabalho e familiares e todos prontamente disseram, “É um tipo de papagaio” ou “Passarinho verde barulhento”.
Também pesquisei Maritacas no google imagens e me retornaram vários psitacídeos.
O assunto parece fútil, mas surgiu de minha estranheza pelo fato deste nome tão popular não estar na lista do CEO, que considera apenas nomes populares constantes na literatura, ou seja, em dados publicados.
Circulei entre amigos a questão:
Seria Maritaca um nome popular da família e não de uma determinada espécie, assim como Papagaio, Gavião, Urubu, Tucano ou Beija Flor?
Obtive explicações tão profundas que me fizeram pensar em escrever uma tese sobre o assunto. Segue uma compilação de conclusões.
Pode ser que, em São Paulo, Maritaca seja o nome popular da família, mas no sul da Bahia não é. Será que é válido para todo o estado da Bahia? E do País?
Infelizmente estamos longe de conseguir padronizar os nomes vulgares em uma escala nacional, mas talvez isso seja possível dentro da comunidade ornitológica ou de observadores de aves. Eu sigo a lista do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) para citar nomes populares em tudo que faço, desde este blog, até meus arquivos pessoais de fotos.
Dentro da diversidade de nomes populares para cada região brasileira temos também as diferentes grafias para, talvez, a mesma entidade biológica: maritaca, maitaca, matraca, manitaca, etc.
Deliciei-me com esse assunto, primeiro, com as respostas tão cuidadosamente grafadas pelos amigos do CEO, Andre, Luiz e Fabio, que deram origem a série de conclusões acima, segundo, pela enquete que fiz com amigos perguntando “O que é Maritaca?” que além das respostas ornitológicas como “papagaio que grita”, “tipo um papagaio que anda de bando e que faz barulho”, “passarinho verde gritão” também tive como respostas “Minha esposa”, “Meu irmão” ou simplesmente “Não sei”.
Um dia fotografando um bando de Maracanãs Pequenas (Diopsittaca nobilis) atraí a atenção de 3 velhinhas que quase me bateram com o guarda-chuva quando disse que não eram Maritacas no final… elas até que estavam certas.